Detectando região a partir do grid…
Mostra quantas horas, nas próximas 24h, os dois enxergam a Lua ao mesmo tempo
Indicadores globais
☀️ Atividade Solar
Fase da Lua
🌑 Próximo Eclipse
Melhor banda HF por destino — próximas 3 horas
Excelente/boa Marginal Fechada Lado noturno (greyline) Seu QTH Terremoto M4.5+ (24h)
Círculo maior = magnitude maior. Contexto de infraestrutura crítica (rádio amador é recurso de comunicação em emergências) — lembre de manter as frequências de emergência livres. Dado: USGS Earthquake Hazards Program.
Lista completa — mesma informação do mapa, em texto
DestinoBandaQuandoSNR
Previsão por banda — próximas 36h (horários em UTC)
Rótulos marcam virada de dia · Brasília = UTC−3
EExcelente BBoa MMarginal FFechada
160m — proximidade da giro-frequência do elétron
Diferente da absorção normal (que depende de quanto a camada D está ionizada), aqui o problema é a proximidade de frequência: o sinal de 160m fica perto de uma frequência natural em que os elétrons já estão "girando" no campo magnético da Terra (700–1600kHz, dependendo do lugar) — quanto mais perto dessa frequência, mais energia o sinal perde pro caminho. Documentado por Oler/N4XX (CQ Magazine, 1998, citado em ON4UN's Low-Band DXing) e reconhecido como característica ativa de pesquisa do 160m em estudo peer-reviewed mais recente sobre WSPR (Vanhamel et al., Int. J. Antennas Propag., 2022). Efeito prático: América do Sul tem essa frequência natural mais baixa que América do Norte, então opera naturalmente mais longe da faixa problemática.
Ruído de rádio — ITU-R P.372-17 '+selo('CLIMATOLOGICO')+'
categoria do seu QTH
SFI
Kp
Dst
Bz
A-index
Raio-X
Dois tipos de evento, dois tempos de viagem diferentes: raio-X de uma explosão solar viaja à velocidade da luz — leva ~8,3min do Sol até a Terra. Quando o Raio-X acima muda, o efeito na Camada D (SID/apagão de HF, se for dia no seu QTH) já está acontecendo agora, não é previsão. Já uma CME (ejeção de massa coronal) é matéria, não luz — viaja bem mais devagar (400–1000km/s) e leva de 1 a 3 dias pra chegar. Bz e Kp aqui refletem o vento solar como está agora; a estimativa de chegada de CME (quando disponível) aparece no card abaixo, calculada a partir de dado real da NASA.
Tendência do Kp (horários em UTC)
Kp mede perturbação geomagnética, não propagação diretamente — é uma entre várias variáveis (SFI, foF2, hora local, caminho). Tempestades ionosféricas têm duas fases: negativa (foF2 cai, pior propagação — domina durante o pico) e positiva (foF2 sobe, propagação pode melhorar — mais comum no início da recuperação, após o pico). Por isso "Kp alto" não é sinônimo automático de "banda fechada" — vale olhar a tendência e o horário, não só o número isolado.
Histórico de Kp.
☄️ Estimativa de chegada da ejeção solar
Nuvem de plasma (matéria, não luz) lançada pelo Sol — diferente da explosão de raio-X que já vimos acima, viaja bem mais devagar e pode afetar o campo magnético da Terra em 1 a 3 dias. Fonte: NASA/DONKI.
Buscando…
Histórico real de Bz (registrado neste navegador)
Cada vez que a página carrega, a leitura atual é anexada aqui — não é observação minha, é registro do próprio sistema ao longo do tempo. Útil para revisar o comportamento durante uma tempestade real, depois do fato.
Melhor janela por banda (UTC)
BandaHorário UTCÍndice de confiança
O índice é uma agregação de fatores mensuráveis, não uma probabilidade calibrada — passe o cursor sobre o valor para ver a decomposição.
Verificação com spots reais (WSPR)
BandaSpotsSNR obs.SNR prev.Resíduo
Diferente da HF: aqui você decide exatamente qual grid está tentando alcançar — TEP, Esporádica-E e Meteor Scatter dependem da geometria precisa entre os dois pontos, não só do país.
6 metros
calculando…
2 metros
calculando…
Meteor Scatter — próxima chuva
Datas de pico são fato astronômico, não heurística. Radiante (RA/Dec), ZHR e elevação máxima no seu QTH vêm de fontes específicas citadas em cada card, não um valor genérico único.
calculando…
Propagação troposférica — refratividade ITU-R P.453
Dado: Open-Meteo.com, licença CC BY 4.0
⚠️ Isto não é fonte oficial de alerta
Esta aba existe para consciência situacional de estação de rádio — decidir se vale subir na torre, recolher antena ou desligar equipamento. Não use como base para decisão de segurança de vida. Para isso, as fontes oficiais são o INMET e a Defesa Civil (telefone 199). Os dados aqui podem estar atrasados, incompletos ou indisponíveis se qualquer fonte externa estiver fora do ar.
🌧️ Radar de chuva no seu QTH
Chuva e raios nos últimos 30 minutos, centrado no seu grid.
Dado: RainViewer
🌡️ Condições no seu QTH
Temperatura
Umidade
Vento
Rajada
Escala Beaufort aplicada aos quatro níveis, usada como referência meteorológica padrão:
Verde (<30km/h): brisa fraca a moderada — folhas e galhos finos se movem, sem risco a antenas.
Amarelo (30–50km/h): vento moderado a fresco — galhos maiores se movem; vale acompanhar fixações temporárias.
Laranja (50–70km/h): vento muito fresco a forte — dificuldade para caminhar contra o vento; evite subir em torre.
Vermelho (>70km/h): força de tempestade — risco estrutural real; muitos equipamentos comerciais têm limite de sobrevivência nesta faixa.
⚡ Raios perto do seu QTH e no Brasil
Aguardando primeira leitura do satélite…
📢 Avisos oficiais INMET
Fonte oficial do governo — o alerta mais confiável deste painel. Mostra o de maior prioridade no Brasil e o específico da sua região.
Especificações técnicas
Toque em cada seção para abrir. Tudo é calculado no seu navegador — não há servidor.
Natureza de cada número. Os cards trazem selos que dizem o que o valor é, porque tratar medição e hipótese com o mesmo peso induz a erro:
OBSERVADO medição real obtida agora · MODELADO modelo físico avaliado no seu ponto · CLIMATOLOGIA estatística de longo prazo, descreve o típico · EXPERIMENTAL em avaliação, não entra em cálculo algum.
11 bandas HF3 recomendações ITU-R2 modelos autovalidáveis10 serviços de dados5.571 municípiosarquivo único
🗺️ Mapa e indicadores astrodinâmicos
Mapeamento global e indicadores astrodinâmicos — cartografia real (Natural Earth, via world-atlas) com 28 destinos por grande círculo; greyline (terminador solar a 90°, redesenhado a cada 60s isoladamente); campo geomagnético pelo WMM2025 completo (expansão em harmônicos esféricos grau/ordem 12, 90 coeficientes de Gauss oficiais NOAA/BGS embarcados, validada contra os 100 valores de teste oficiais com erro máximo de 0,0007nT) — base de giro-frequência, TEP e Es Equatorial; oval auroral segue em coordenada dipolar por ser o proxy correto para CGM; monitoramento sísmico (USGS, M4.5+ em 24h, símbolo de epicentro por magnitude) incluído como contexto de infraestrutura crítica para comunicações de emergência, não como fator de propagação; indicadores de atividade solar, fase lunar desenhada — disco em SVG com o terminador projetado como semi-elipse de semi-eixo R·|cos(elongação)|, e orientação do hemisfério sul, em que a Lua crescente aparece iluminada do lado esquerdo, ao contrário do padrão do hemisfério norte; a área iluminada do desenho foi conferida por contagem de pixels contra a fração física, com erro máximo de 2 pontos percentuais — e próximo eclipse visível do Brasil; painel de melhor banda, horário e SNR projetado por destino; painel do campo geomagnético no QTH expondo B, declinação, inclinação, latitude de mergulho, giro-frequência e a razão f/fH em 160m — esta última apresentada como indicador físico que não entra em nenhum cálculo de SNR; variação do fluxo de raio-X em 5, 15 e 60 minutos com rótulo de tendência, extraída da série de 1 dia que já era baixada e descartada, sem requisição adicional; o arquivo carrega os 100 pontos de teste oficiais da NOAA e verifica o próprio modelo geomagnético offline, pelo botão na aba Info ou por validarWMM() no console.

📻 Propagação HF — 160m a 11m
Propagação HF (160m–11m) — modelagem preditiva em 11 bandas; telemetria real da NOAA (SFI, Kp, Dst, Bz, raio-X) com A-index calculado e heatmap preditivo de 36h; MUF calibrada contra literatura de referência (SFI≈120 já abre 10m, modelos anteriores exigiam SFI≈250); absorção de camada D pelo ponto mais iluminado do caminho, não pela média (consistente com NM7M e ON4UN, 5ª edição/ARRL, para bandas baixas); giro-frequência do elétron por QTH em 160m, calculada a partir da intensidade real do campo a 90km (altura da camada D) pelo WMM2025, e não por aproximação dipolar (Oler/N4XX, CQ Magazine 1998; Vanhamel et al., Int. J. Antennas Propag. 2022) — a correção importa especialmente no Brasil: sob a Anomalia Magnética do Atlântico Sul o dipolo superestima o campo em cerca de 40%, e a giro-frequência em Campinas cai de 916kHz para 615kHz, aliviando uma penalidade de absorção em 160m que estava superestimada; amostragem adaptativa em rotas quase-antipodais; alerta de tendência de Bz com suavização; distinção física entre eventos imediatos (raio-X, velocidade da luz, ~8,3min) e preditivos (CME, matéria, 1–3 dias — estimativa de chegada via NASA/DONKI quando disponível); verificação empírica contínua contra spots reais do WSPR (janela de 8h, ±9° de cada ponta): os spots individuais são retidos, e o painel calcula por banda o viés (observado − previsto), o desvio padrão da amostra, o MAE e o RMSE, mais um resíduo agregado ponderado por número de spots — substituindo o número único de −3dB que veio de uma sessão de 159 spots por uma medição do erro que ainda resta em cada banda, agora; a correção de −3dB continua embutida no cálculo e está declarada como tal, e o resíduo exibido é o que sobra depois dela; perfil longitudinal do caminho mostrando, ponto a ponto ao longo do grande círculo, a iluminação solar (que governa a absorção da camada D) e a latitude de mergulho (que indica risco de absorção auroral) — construído com as mesmas amostras que o cálculo de qualidade já fazia e descartava, sem requisição nem custo adicional, para responder por que uma rota está ruim e não apenas quanto; índice de confiança da previsão por banda, agregando quatro fatores mensuráveis com pesos declarados — fontes de dados que responderam (30%), horizonte da janela (25%), spots WSPR reais na banda (25%) e calmaria geomagnética prevista (20%) — apresentado como índice 0–100 e não como probabilidade, com a decomposição visível ao passar o cursor. A versão anterior calculava confiança como 90 − início_da_janela × 0,8, um número que dependia apenas de quão distante no futuro a janela começava e não media confiança alguma; ruído de rádio pela ITU-R P.372-17, modelo completo: componente atmosférico (raios, Parte 5) pelos coeficientes oficiais CCIR — série dupla de Fourier de 15×29 harmônicos no espaço, lei de frequência do CCIR Report 322 (u = (8·2^log₁₀f − 11)/4, que não é logarítmica, conforme NBS Tech Note 318 de Lucas e Harper), interpolação entre blocos de 4h feita em potência linear e não em dB, e índice de hemisfério sul separado; man-made (equação 17 e Tabela 1, quatro categorias com decis da Tabela 2); galáctico (equação 15); e a combinação log-normal (equações 18 a 26) em duas passagens, com decis superior e inferior, tomando o pior caso — mais as conversões para potência e campo (equações 6 e 7), com o piso de ruído em 160m mostrado em dBm para larguras de SSB e CW. Validado contra o caso de referência oficial do ITU-R Study Group 3 (janeiro, 14 UTC, 40°N 165°E, 1 MHz, categoria Cidade): as 12 grandezas — FaA, DuA, DlA, FaM, DuM, DlM, FaG, DuG, DlG, FamT, DuT e DlT — reproduzidas com erro máximo de 0,0005 dB, que é a casa decimal em que o ITU-R publica. Os coeficientes estão embarcados em Float32: 13.056 valores, não 39.168 — verifiquei por hash que os 12 arquivos mensais do CCIR contêm apenas 4 blocos sazonais distintos, replicados três vezes cada, e guardar só os quatro economiza 136KB sem perder um único valor. A redução para Float32 introduz erro máximo de 0,000014 dB, medido em 3.240 pontos globais. Conformidade: REFERENCE_COMPATIBLE — reproduz a implementação oficial ITU-R-HF v14.3. Nenhum componente de ruído entra no cálculo de SNR das previsões: ionosfera e piso de ruído permanecem grandezas separadas, porque "propagação possível" não é o mesmo que "sinal audível".

📡 VHF — 6m e 2m
VHF (6m/2m) — destino por grid locator preciso (não lista de país como na HF), porque TEP/Es/Meteor Scatter dependem da geometria exata do caminho; o QTH usa grid de 6 dígitos (ex.: GG67KD), que resolve o sub-quadrado de ~4,6 × 9,3km em vez dos ~111 × 205km de um grid de 4 — diferença de até 80km na posição assumida, relevante para geometria de TEP, radiante de meteoros e paralaxe lunar; o painel mostra a precisão real do grid informado e avisa quando só 4 dígitos foram digitados; Esporádica-E por ciclo sazonal (pico principal verão, secundário início do inverno); Es Equatorial como indicador separado quando o QTH está a até 20° de latitude de mergulho — referenciada ao equador magnético real (I=0, localizado por bissecção no meridiano do QTH), que sobre a América do Sul varia de ~10°S em 70°O a ~9°N em 35°O, deslocamento que o equador dipolar não captura — mecanismo diferente (instabilidade do eletrojet, não vento), com Kp alto favorecendo em vez de atrapalhar; F2 em 50MHz atrelado ao SFI; TEP apresentado como índice de favorabilidade 0–100, e não como probabilidade física — o valor sai do produto de fatores empíricos (geometria, estação, hora, SFI) e não tem calibração que autorize chamá-lo de porcentagem; TEP com janelas independentes por banda (6m: modos vespertino e noturno; 2m: só noturno via bolhas de plasma), calibrado contra o circuito real EA7→PY; indicador experimental de maré lunar semidiurna (M2) sobre o horário de início das bolhas de plasma equatoriais, calculado em tempo lunar local segundo Matsushita (1967) e parametrizado pelo ajuste de Paulino et al. 2020 (Annales Geophysicae 38, 437 — 10 anos de imagens de airglow em São João do Cariri, 7,4°S, corroborado por digissonda em São Luís): amplitude de 13,5min, início mais cedo por volta das 21h de tempo lunar e mais tarde por volta das 03h — exibido como variável de diagnóstico separada, que não altera o score de TEP nem é convertida em dB; propagação troposférica pela ITU-R P.453-14 (recomendação em vigor, 08/2019): refratividade pela equação 6 completa (N = 77,6·P/T − 5,6·e/T + 3,75×10⁵·e/T²) e pressão de vapor de saturação pela equação 9 com fator de aumento, sobre perfil de até 7 níveis — superfície mais 1000/975/950/925/900/850 hPa, descartando os níveis de pressão abaixo do solo pela elevação real do QTH; refratividade modificada M = N + 157h (equação 17), que identifica aprisionamento por dM/dh negativo em vez de depender de um limiar arbitrário de N, reportando base, topo, espessura e força em M-units de uma camada coerente e não de um ponto isolado; limiares derivados da própria recomendação — o perfil exponencial de referência (N₀=315, h₀=7,35km) dá −43 N/km na superfície, −79 N/km equivale a fator k=2 e −157 N/km anula dM/dh; fator k do raio terrestre efetivo exibido junto; linha do tempo de 24h com janelas previstas de super-refração e ducting, extraída da mesma requisição, sem custo adicional de rede; Meteor Scatter com radiante, elevação e viabilidade geométrica calculados para o seu QTH.

🌙 EME — 144, 432 e 1296 MHz
EME — suporte para 144/432/1296MHz; correção de paralaxe topocêntrica (até ~1° em baixas elevações); ruído galáctico com decaimento f⁻²·⁸, destacando zonas de saturação por ruído solar em UHF/SHF; rotação espacial calculada por geometria pura (ângulo paraláctico entre as duas estações e a Lua), distinta da Faraday e sem depender de TEC — sinaliza risco de propagação de mão única perto de ±45° (mecanismo identificado por N1BUG na comunidade EME); janela de visibilidade mútua entre duas estações; severidade de Rotação de Faraday por banda (referência qualitativa, não calculada em tempo real).

🌧️ Meteorologia e segurança operacional
Telemetria meteorológica e segurança operacional — reunidos na aba Meteorologia: radar de precipitação georreferenciado (RainViewer), condições numéricas da estação, raios via sensor GLM do satélite GOES-19 e avisos oficiais do INMET (priorizados por matriz de risco: vento > raios > chuva); raios via satélite contornam a cobertura terrestre fraca na América do Sul, com alerta automático para descargas em raio de 30km do QTH e buffer de 30 minutos que se realimenta sozinho a cada 3 minutos enquanto a aba estiver visível; posição de cada descarga em rumo e distância a partir do seu QTH, calculada localmente, sem serviço externo de geocodificação; cada descarga rotulada com o município mais próximo, a partir de base embarcada de 5.571 sedes municipais do IBGE (fonte kelvins/municipios-brasileiros, licença MIT), comprimida com dicionário de tokens e verificada por checksum na carga — se a descompressão divergir, os dados são descartados em vez de exibir nome errado; quando não há sede a menos de 150km, cai para a UF por tabela de pontos de referência — validada contra as 27 capitais mais casos de fronteira difícil, litoral norte de São Paulo, sudoeste do Amazonas e três pontos oceânicos, com guarda de 350km que marca "fora do Brasil" em vez de atribuir estado a raio no mar; resumo de concentração por estado com percentual sobre o total do buffer; região do QTH para filtrar avisos do INMET pela mesma tabela, com campo opcional de cidade que tem prioridade sobre a detecção automática; intensidade eólica em quatro níveis de segurança pela escala Beaufort.

⚠️ Limitações declaradas
Limitações do modelo: arquitetura prioriza entrega em arquivo único e física simplificada — não substitui VOACAP (ray-tracing) ou WSJT-X (DSP nativo); histórico de tendências (Bz) agora persiste no armazenamento local do navegador e sobrevive a recarregamentos, mas fica preso ao navegador e ao dispositivo — não sincroniza, e some em janela anônima; TEC real para Rotação de Faraday exata e libração lunar avançada ficaram fora por falta de API pública gratuita; o SNR previsto é escala relativa, não potência absoluta: a fórmula parte de constantes de referência (50 e 27) e desconta penalidades, então serve para comparar bandas, horários e rotas entre si, mas não é um dBm que possa ser subtraído do piso de ruído da P.372 para produzir margem de enlace — por isso o painel não exibe "margem", que exigiria um balanço de enlace completo (perda de percurso, potência de transmissão e ganho de antenas) ainda não implementado; modelo de SNR precisa de mais amostragem longitudinal para refinamento; raio de 400km para "raios perto do QTH" é aproximação de escala estadual, não limite administrativo; a coordenada municipal é da sede, não do centroide da área: em municípios extensos como Altamira ou Barcelos a sede pode ficar a centenas de km de parte do território, e por isso o painel sempre mostra a distância até ela em vez de sugerir precisão que o dado não tem; descarga em país vizinho próximo da fronteira pode receber a UF brasileira adjacente; o indicador de maré lunar M2 é média estatística de uma década — em noites individuais o artigo de origem mediu desvios de 37 a 70min, e a maré não é o fator dominante da variabilidade dia a dia das bolhas, então ele indica tendência de horário, não previsão de noite específica; a parametrização foi obtida a 7,4°S e sua validade em outras latitudes não foi estabelecida pelos autores; a efeméride lunar do painel usa série truncada, com erro de até 7,7min no tempo lunar — irrelevante diante dos ±38min de incerteza de fase do próprio ajuste publicado; o WMM2025 representa só o campo principal, gerado no núcleo — campo crustal e de perturbação ficam de fora, o que responde por dezenas a centenas de nT em regiões de anomalia crustal; as bibliotecas vêm de CDN sem verificação de integridade (SRI), então uma indisponibilidade do CDN degrada mapa, gráficos e raios; os coeficientes atmosféricos da P.372 são sazonais, não mensais: os arquivos CCIR replicam o mesmo trimestre nos três meses correspondentes, então dezembro, janeiro e fevereiro devolvem valores idênticos — é propriedade do dado de origem, não do painel; o ruído mostrado é climatologia de longo prazo, não a atividade elétrica de hoje, e por isso convive com o card de raios do GLM na aba Meteorologia sem se confundir com ele: um é estatística acumulada, o outro é observação em tempo real; o perfil troposférico vem de modelo numérico com seleção automática de fonte pelo Open-Meteo — não é radiossondagem local, e o espaçamento vertical dos níveis de pressão, de centenas de metros, não resolve dutos de superfície rasos; a própria P.453 adverte que entre 40°N e 40°S e em locais costeiros os gradientes severos da camada superficial tendem a ser subestimados, faixa que cobre todo o Brasil — ausência de duto indicada aqui não é evidência de ausência real; o mapa base do radar usa tiles do OpenStreetMap, cuja política proíbe uso pesado — quem for publicar este painel para muita gente precisa trocar as três linhas de MAPA_BASE no topo do script por um provedor com chave gratuita. Além disso: modelos de propagação baseados em SFI (o meu incluso) são fundamentalmente modelos de mediana mensal — o SFI descreve apenas 1 de 3 fontes de variabilidade dia-a-dia da camada F2 (as outras duas são atividade geomagnética, que o Kp cobre parcialmente, e acoplamento com a atmosfera baixa/TIDs, que nenhum modelo amador cobre bem hoje). Isso não é peculiaridade deste sistema — é limite reconhecido pela própria comunidade de pesquisa de propagação (K9LA, HamSCI Space Weather Knowledge Exchange 2017).
Auditoria independente dos modelos científicos

Este arquivo carrega os 100 pontos de teste oficiais da NOAA para o WMM2025 e o caso de referência oficial do ITU-R Study Group 3 para o ruído P.372. Você não precisa acreditar em ninguém: rode a verificação e compare os cálculos deste painel contra as referências oficiais, sem rede e sem instalar nada.

Também disponível pelo console do navegador: validarWMM() e validarP372() devolvem os relatórios completos, incluindo cada falha caso exista alguma.
Sobre a arquitetura e o autor

Levantamento, modelagem e testes práticos por Ricardo de Paula — PY2VOX, radioamador Classe A em Campinas/SP, com formação em Sistemas de Informação e mais de 30 anos de atuação em Tecnologia da Informação — aplicando esse rigor à ciência do radioamadorismo.

Desenvolvimento com apoio de IA (Claude, Anthropic) para consolidação matemática, auditoria de fontes e refinamento de código, resultando num painel client-side em arquivo único, sem servidor e sem build. Ele não é livre de dependências: usa cinco bibliotecas por CDN (D3, TopoJSON, Chart.js e Leaflet no carregamento, mais o h5wasm sob demanda para os raios) e consulta dez serviços de dados externos: NOAA SWPC, NASA DONKI, USGS, Open-Meteo, INMET, RainViewer, WSPR.live, o bucket aberto do GOES-19 na AWS, o world-atlas para a cartografia e os tiles do OpenStreetMap. O que ele não tem é backend próprio — toda a física roda no seu navegador, e o modelo geomagnético funciona mesmo offline, já que os coeficientes estão embarcados no arquivo.

QRZ.com — PY2VOX

Uso e reaproveitamento: qualquer pessoa pode usar este código, no todo ou em parte, desde que sejam informadas as fontes de dados originais (NOAA — incluindo o World Magnetic Model 2025, de domínio público, produzido por NOAA/NCEI e British Geological Survey —, INMET, Open-Meteo, RainViewer, USGS, NASA, OpenStreetMap, WSPR.live, a base de sedes municipais de kelvins/municipios-brasileiros sob licença MIT, derivada de dados de localidades do IBGE, e o software de referência do ITU-R Study Group 3, livre de reivindicação de copyright para implementadores — conforme listadas acima) e mencionada a parceria com PY2VOX.
Posição da Lua agora
Azimute
Elevação
Distância
Perigeu/apogeu
Ruído de céu (galáctico + solar)
Ruído galáctico cai com a frequência (∝f⁻²·⁸, fonte: análise SWORD/arXiv) — domina em 144MHz, fica negligenciável perto de 1GHz (qsl.net/yu1aw). Isso inverte a importância relativa: em 144MHz, latitude galáctica importa mais; em 432/1296MHz, a separação Sol-Lua passa a ser o fator crítico.
Latitude galáctica
Dist. Centro Galáctico
Rotação espacial (geometria pura, calculada agora)
Diferente da Faraday (ionosfera, imprevisível), esta rotação vem só da posição relativa das duas estações e da Lua — 100% calculável. Fórmula do ângulo paraláctico, validada contra dois testes de geometria e contra os pontos de referência de perda em dB publicados por N1BUG/K1FO (27°≈1dB, 45°≈3dB).
Preencha o grid da outra estação acima para calcular.
Rotação de Faraday — severidade típica por banda
Não calculado em tempo real (exigiria TEC ionosférico ao longo de todo o caminho Terra-Lua-Terra, sem fonte confiável e gratuita disponível) — mas a severidade relativa por frequência é fato documentado, não heurística. Atenção: quando a rotação espacial acima estiver perto de ±45°, a combinação com Faraday (mesmo desconhecida) pode causar propagação "de mão única" — você ouve a outra estação, mas ela não ouve você, ou vice-versa.
50/144 MHzSevera — rotação pode passar de uma volta completa
432 MHzModerada
1296 MHz e acimaDesprezível