Detectando cidade a partir do grid…
Mostra quantas horas, nas próximas 24h, os dois enxergam a Lua ao mesmo tempo
Indicadores globais
☀️ Atividade Solar
🌙 Fase da Lua
🌑 Próximo Eclipse
Melhor banda HF por destino — próximas 3 horas
Excelente/boa Marginal Fechada Lado noturno (greyline) Seu QTH Terremoto M4.5+ (24h)
Círculo maior = magnitude maior. Contexto de infraestrutura crítica (rádio amador é recurso de comunicação em emergências) — lembre de manter as frequências de emergência livres. Dado: USGS Earthquake Hazards Program.
Lista completa — mesma informação do mapa, em texto
DestinoBandaQuandoSNR
Previsão por banda — próximas 36h (horários em UTC)
Rótulos marcam virada de dia · Brasília = UTC−3
EExcelente BBoa MMarginal FFechada
SFI
Kp
Dst
Bz
A-index
Raio-X
Dois tipos de evento, dois tempos de viagem diferentes: raio-X de uma explosão solar viaja à velocidade da luz — leva ~8,3min do Sol até a Terra. Quando o Raio-X acima muda, o efeito na Camada D (SID/apagão de HF, se for dia no seu QTH) já está acontecendo agora, não é previsão. Já uma CME (ejeção de massa coronal) é matéria, não luz — viaja bem mais devagar (400–1000km/s) e leva de 1 a 3 dias pra chegar. Bz e Kp aqui refletem o vento solar como está agora; a estimativa de chegada de CME (quando disponível) aparece no card abaixo, calculada a partir de dado real da NASA.
Tendência do Kp (horários em UTC)
Kp mede perturbação geomagnética, não propagação diretamente — é uma entre várias variáveis (SFI, foF2, hora local, caminho). Tempestades ionosféricas têm duas fases: negativa (foF2 cai, pior propagação — domina durante o pico) e positiva (foF2 sobe, propagação pode melhorar — mais comum no início da recuperação, após o pico). Por isso "Kp alto" não é sinônimo automático de "banda fechada" — vale olhar a tendência e o horário, não só o número isolado.
Histórico de Kp.
☄️ Estimativa de chegada da ejeção solar
Nuvem de plasma (matéria, não luz) lançada pelo Sol — diferente da explosão de raio-X que já vimos acima, viaja bem mais devagar e pode afetar o campo magnético da Terra em 1 a 3 dias. Fonte: NASA/DONKI.
Buscando…
Histórico real de Bz (registrado neste navegador)
Cada vez que a página carrega, a leitura atual é anexada aqui — não é observação minha, é registro do próprio sistema ao longo do tempo. Útil para revisar o comportamento durante uma tempestade real, depois do fato.
Melhor janela por banda (UTC)
BandaHorário UTCConfiança
Verificação com spots reais (WSPR)
BandaSpotsSNR obs.SNR prev.
Diferente da HF: aqui você decide exatamente qual grid está tentando alcançar — TEP, Esporádica-E e Meteor Scatter dependem da geometria precisa entre os dois pontos, não só do país.
6 metros
calculando…
2 metros
calculando…
Meteor Scatter — próxima chuva
Datas de pico são fato astronômico, não heurística. Radiante (RA/Dec), ZHR e elevação máxima no seu QTH vêm de fontes específicas citadas em cada card, não um valor genérico único.
calculando…
Duto troposférico — dado atmosférico real
Dado: Open-Meteo.com, licença CC BY 4.0
🌧️ Radar de chuva no seu QTH
Chuva e raios nos últimos 30 minutos, centrado no seu grid.
Dado: RainViewer
🌡️ Condições no seu QTH
Temperatura
Umidade
Vento
Rajada
Escala Beaufort aplicada aos quatro níveis, usada como referência meteorológica padrão:
Verde (<30km/h): brisa fraca a moderada — folhas e galhos finos se movem, sem risco a antenas.
Amarelo (30–50km/h): vento moderado a fresco — galhos maiores se movem; vale acompanhar fixações temporárias.
Laranja (50–70km/h): vento muito fresco a forte — dificuldade para caminhar contra o vento; evite subir em torre.
Vermelho (>70km/h): força de tempestade — risco estrutural real; muitos equipamentos comerciais têm limite de sobrevivência nesta faixa.
⚡ Raios perto do seu QTH e no Brasil
Raios — EUA e Europa (Blitzortung.org)
Rede comunitária, não oficial — para segurança use os avisos INMET no final da página.
📢 Avisos oficiais INMET
Fonte oficial do governo — o alerta mais confiável deste painel. Mostra o de maior prioridade no Brasil e o específico da sua região.
Especificações e capacidades do sistema

Mapeamento global e indicadores astrodinâmicos — cartografia real (Natural Earth) com 24 destinos por grande círculo; greyline (terminador solar a 90°, redesenhado a cada 60s isoladamente); monitoramento sísmico (USGS, M4.5+ em 24h, símbolo de epicentro por magnitude) incluído como contexto de infraestrutura crítica para comunicações de emergência, não como fator de propagação; indicadores de atividade solar, fase lunar e próximo eclipse visível do Brasil; painel de melhor banda, horário e SNR projetado por destino.

Propagação HF (160m–11m) — modelagem preditiva em 11 bandas; telemetria real da NOAA (SFI, Kp, Dst, Bz, raio-X) com A-index calculado e heatmap preditivo de 36h; MUF calibrada contra literatura de referência (SFI≈120 já abre 10m, modelos anteriores exigiam SFI≈250); absorção de camada D pelo ponto mais iluminado do caminho, não pela média (consistente com NM7M e ON4UN para bandas baixas); amostragem adaptativa em rotas quase-antipodais; alerta de tendência de Bz com suavização; distinção física entre eventos imediatos (raio-X, velocidade da luz, ~8,3min) e preditivos (CME, matéria, 1–3 dias — estimativa de chegada via NASA/DONKI quando disponível); verificação empírica contra 159 spots reais do WSPR (janela de 8h, ±9°), resultando em correção de -3dB no ganho base.

VHF (6m/2m) — destino por grid locator preciso (não lista de país como na HF), porque TEP/Es/Meteor Scatter dependem da geometria exata do caminho; Esporádica-E por ciclo sazonal (pico principal verão, secundário início do inverno); F2 em 50MHz atrelado ao SFI; TEP com janelas independentes por banda (6m: modos vespertino e noturno; 2m: só noturno via bolhas de plasma), calibrado contra o circuito real EA7→PY; duto troposférico classificado conforme ITU-R P.453 (sub-refração / normal / super-refração / ducting <-157N/km); Meteor Scatter com radiante, elevação e viabilidade geométrica calculados para o seu QTH.

EME — suporte para 144/432/1296MHz; correção de paralaxe topocêntrica (até ~1° em baixas elevações); ruído galáctico com decaimento f⁻²·⁸, destacando zonas de saturação por ruído solar em UHF/SHF; janela de visibilidade mútua entre duas estações; severidade de Rotação de Faraday por banda (referência qualitativa, não calculada em tempo real).

Telemetria meteorológica e segurança operacional — radar de precipitação georreferenciado (RainViewer), condições numéricas da estação e raios via sensor GLM do satélite GOES-19 logo após o grid locator, com avisos oficiais do INMET (priorizados por matriz de risco: vento > raios > chuva) no final da página; raios contornam a cobertura fraca do Blitzortung na América do Sul, com alerta automático para descargas em raio de 30km do QTH; intensidade eólica em quatro níveis de segurança pela escala Beaufort.

Limitações do modelo: arquitetura prioriza entrega em arquivo único e física simplificada — não substitui VOACAP (ray-tracing) ou WSJT-X (DSP nativo); histórico de tendências (Bz) persiste só no ciclo de vida da aba/Artifact, não no arquivo baixado; TEC real para Rotação de Faraday exata e libração lunar avançada ficaram fora por falta de API pública gratuita; modelo de SNR precisa de mais amostragem longitudinal para refinamento; raio de 400km para "raios perto do QTH" é aproximação de escala estadual, não limite administrativo.
Sobre a arquitetura e o autor

Levantamento, modelagem e testes práticos por Ricardo de Paula — PY2VOX, radioamador Classe A em Campinas/SP, com formação em Sistemas de Informação e mais de 30 anos de atuação em Tecnologia da Informação — aplicando esse rigor à ciência do radioamadorismo.

Desenvolvimento com apoio de IA (Claude, Anthropic) para consolidação matemática, auditoria de fontes e refinamento de código, resultando num painel client-side, resiliente e sem dependências externas.

QRZ.com — PY2VOX

Uso e reaproveitamento: qualquer pessoa pode usar este código, no todo ou em parte, desde que sejam informadas as fontes de dados originais (NOAA, INMET, Open-Meteo, RainViewer, USGS, NASA, OpenStreetMap/Nominatim, WSPR.live, Blitzortung.org, conforme listadas acima) e mencionada a parceria com PY2VOX.
Posição da Lua agora
Azimute
Elevação
Distância
Perigeu/apogeu
Ruído de céu (galáctico + solar)
Ruído galáctico cai com a frequência (∝f⁻²·⁸, fonte: análise SWORD/arXiv) — domina em 144MHz, fica negligenciável perto de 1GHz (qsl.net/yu1aw). Isso inverte a importância relativa: em 144MHz, latitude galáctica importa mais; em 432/1296MHz, a separação Sol-Lua passa a ser o fator crítico.
Latitude galáctica
Dist. Centro Galáctico
Rotação de Faraday — severidade típica por banda
Não calculado em tempo real (exigiria TEC ionosférico ao longo de todo o caminho Terra-Lua-Terra, sem fonte confiável e gratuita disponível) — mas a severidade relativa por frequência é fato documentado, não heurística
50/144 MHzSevera — rotação pode passar de uma volta completa
432 MHzModerada
1296 MHz e acimaDesprezível